O colorido das peças vem da alegria que é transmitida pela brincadeira do boi-de-mamão.

Iniciei a arte da cerâmica em 1998, na Escola de Oleiros de São José. Esta jornada me levou a cursar artes plásticas na UDESC, para estudar e me aperfeiçoar na cerâmica.
Trabalhar a argila e transforma-la em objetos de utilidade ou peças decorativas agregando novas tendências, mantendo a identidade que remete a tradição histórica e cultural de um povo: É nessa mistura reside o valor artístico das peças criadas.
O colorido das peças vem da alegria que é transmitida pela brincadeira do boi-de-mamão.
As peças, após a queima, são pintadas com tinta ou esmaltadas e queimadas novamente a uma temperatura de 1000°C.
Trabalho sozinha e tanto posso fazer peças únicas como trabalhos em série.